A votação de 86 a 33 torna permanente o programa piloto lançado em 2022, permitindo que residentes sem seguro tenham acesso a cuidados crônicos e não emergenciais. As estimativas da cidade sugerem que 11.000 a 14.000 pessoas não têm

seguro de saúde válido.

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A decisão desencadeou um debate político sobre custos, incentivos à migração e se a responsabilidade pela saúde é das cidades, cantões ou do governo federal. Os opositores alertaram que a política poderia atuar como um fator de atração, enquanto os apoiadores citaram dados piloto que mostram que não há aumento no número de residentes sem seguro

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