Em conexão com o Dia Internacional da Floresta e o Dia Mundial da Árvore, a associação fez um balanço do projeto para promover a criação de florestas nativas, que começou em 2012 e, de acordo com um comunicado da Quercus, “já deu uma contribuição significativa para ajudar a reflorestar terras públicas e comunitárias (terras vagas)”.

Doação de árvores

Em 15 anos, já entregou 1.745.000 mudas de florestas nativas gratuitamente às entidades responsáveis por seu manejo, que se cadastraram por meio do site oficial (www.florestacomum.org).

No total, apoiou mais de 840 ações de reflorestamento em quase 200 municípios do continente, com 40% em áreas queimadas e 30% em áreas protegidas

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A Quercus defende o projeto como “uma alternativa sólida” para reflorestar os municípios afetados pelas tempestades de janeiro e fevereiro, que destruíram quantidades sem precedentes de árvores.

As plantas, explica, são disponibilizadas através de um Estoque Nacional de Espécies Nativas (fornecido por quatro viveiros do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas — ICNF), exclusivamente com sementes portuguesas, como carvalhos, sobreiros, azinheiras e freixos. Nesta temporada, 106.000 árvores já foram alocadas

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Possibilidade de candidaturas

No comunicado, a Quercus explica que projetos de silvicultura e conservação da natureza e recuperação da biodiversidade, a grande maioria dos quais podem se candidatar à iniciativa, mas projetos educacionais e projetos para parques urbanos também são apoiados. Nos últimos três anos, uma iniciativa para aumentar a resiliência das aldeias aos incêndios por meio do plantio em áreas florestais próximas foi apoiada.

A Quercus afirma ainda que, em parceria com a UTAD — Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, foram organizadas quatro sessões de formação sobre recolha de sementes florestais, e foi criado um pool de coletores de sementes florestais nativas, com 80 coletores espalhados por todo o território nacional.