O país produz cerca de metade da cortiça mundial e é usada em tudo, desde garrafas de vinho até materiais de construção. Mas agora, esse setor tradicional está mudando.

Usando inteligência artificial

Empresas como a Corticeira Amorim estão introduzindo inteligência artificial em seus processos de produção. Em vez de depender apenas da inspeção manual, os novos sistemas podem analisar a cortiça usando tecnologia de dados e imagem

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Isso ajuda a detectar defeitos, melhorar a qualidade e reduzir o desperdício.

À primeira vista, cortiça e inteligência artificial podem parecer uma combinação estranha. A cortiça é um material natural, colhido manualmente nas árvores. Mas é exatamente por isso que a tecnologia está se tornando importante.

À medida que a concorrência global aumenta, os produtores precisam se tornar mais eficientes e, ao mesmo tempo, manter a alta qualidade. De acordo com a AICEP Portugal Global, a inovação e a transformação digital estão a tornar-se prioridades fundamentais no setor da cortiça

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Foco na sustentabilidade

Essa história também tem um forte lado ambiental. As florestas de cortiça absorvem dióxido de carbono e apoiam a biodiversidade. Por isso, a cortiça é frequentemente vista como uma alternativa sustentável ao plástico. Ao combinar sustentabilidade com tecnologia, Portugal está tentando manter essa indústria relevante em uma economia moderna.

Essa mudança mostra algo maior. As indústrias tradicionais não estão desaparecendo — elas estão se adaptando. Ao usar novas ferramentas, como a IA, as empresas podem se modernizar sem perder suas raízes

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setor da cortiça em Portugal pode nem sempre estar nas manchetes, mas está evoluindo silenciosamente. E, ao fazer isso, oferece um vislumbre de como indústrias antigas podem sobreviver em um mundo em rápida mudança

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