O plástico PET é amplamente utilizado em embalagens de alimentos e bebidas, com cerca de 50 milhões de toneladas de resíduos PET produzidos anualmente. Pesquisadores dizem que é a primeira vez que um processo biológico é usado para transformar resíduos plásticos em tratamento para uma doença neurológica.

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O processo usa bactérias E. coli projetadas para converter plástico PET em L-DOPA, um medicamento para Parkinson. O plástico PET é primeiro decomposto em ácido tereftálico, que é então transformado em L-DOPA por meio de reações biológicas. A pesquisa foi liderada pelo professor Stephen Wallace, da Universidade de Edimburgo.