“Todos nós vemos o risco para a instalação de apoio à praia. Veremos as condições no final, depois de todo o mau tempo ter passado... Veremos. Mas acho improvável que haja condições para reabrir”, disse Pimenta Machado, em resposta a perguntas de jornalistas após uma visita do ministro do Meio Ambiente às obras de consolidação no paredão de Moledo

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O paredão em Caminha, no distrito de Viana do Castelo, estava em risco de desabar no início de fevereiro e, em março, desabou.

O mar também participou do terraço de um bar localizado próximo ao paredão desmoronado, ameaçando a luz de aviso de navegação.

O projeto de 150 mil euros para estabilizar o paredão de Moledo será concluído dentro de um mês, revelou na quinta-feira o presidente da APA (Agência Portuguesa do Ambiente), explicando que se trata de uma “intervenção de emergência” para “criar condições seguras” durante a época balnear.

Espera-se que um projeto mais estrutural, custando cerca de três ou quatro milhões de euros, comece na praia de Moledo. Isso começará no final da temporada balnear

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“Também examinaremos toda a parede sul para avaliar sua condição e fazer um bom diagnóstico e projeto. Já reservamos fundos da UE para esta operação. Para a APA, essa é uma prioridade real”, afirmou Pimenta Machado

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Pimenta Machado observou que o mar já reabasteceu cerca de um metro de areia na praia. No entanto, a APA está monitorando a evolução da área de areia para “entender se haverá necessidade” de reabastecer a areia antes do início da temporada balnear

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O funcionário disse que eles tomarão a decisão até o final de abril.

Em 23 de março, as autoridades anunciaram que as obras de proteção costeira nas praias de Moledo e Vila Praia de Âncora, no município de Caminha, custarão 4,5 milhões de euros.

As intervenções se concentram, em particular, na reconstrução do muro de proteção costeira da praia de Moledo. Esta parede foi parcialmente destruída pelas fortes ondas do mar. O projeto também inclui a remodelação da área da praia de Vila Praia de Âncora e o reforço do sistema dunar dos Caldeirões”, de acordo com um comunicado do Ministério do Ambiente e Energia

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