De acordo com um novo relatório da PlayersTime, que analisou 35 cidades europeias com base em critérios como custo de vida, velocidade da internet e segurança, Lisboa e Porto garantiram lugares no prestigiado Top 10, ocupando a 8ª e a 10ª posição, respectivamente.
Coleta de dados
Esta análise é baseada em dados coletados por meio do cruzamento de Numbeo para custos e segurança, Speedtest.net para internet e anúncios de hospedagem do Airbnb, oferecendo uma visão detalhada do impacto desse fenômeno em todo o território nacional em março de 2026
.Lisboa
Em relação à atratividade da capital, Lisboa ocupa a 8ª posição no ranking europeu, com uma pontuação total de 122 em 175. A cidade combina um custo médio mensal de €1.745 com internet confiável a 207,04 Mbps e
passes de transporte acessíveis a €40.A segurança na capital permanece estável, com uma pontuação de 67,03 em 100, consolidando Lisboa como uma das opções mais populares para realocação internacional. No entanto, o custo da acomodação, em média de €1.498, continua sendo um dos maiores fatores no
orçamento desses profissionais.Porto
Por outro lado, o Porto surge como a escolha financeira mais inteligente em Portugal, ocupando a 10ª posição com 116 pontos. Com despesas mensais totais de
€1.569, representando aproximadamente 11% de economia em comparação com Lisboa, a cidade ganha uma vantagem competitiva em hospedagem, com uma média de €1.310. O Porto também supera a capital em velocidade de internet, atingindo
223,32 Mbps, mantendo níveis de segurança praticamente idênticos, pontuando
66,39 em 100.Esses dados mostram que o Porto é uma opção forte e mais econômica para quem procura acessar o mercado português.
Apesar do
forte desempenho
de Portugal, a classificação geral é dominada por cidades da Europa Central e Oriental, que superam os destinos ocidentais, especialmente em termos de preço. Cracóvia, Polônia, ficou em 1º lugar com 161 pontos e um custo de vida de apenas €1.423, seguida por Varsóvia e Budapeste.De acordo com Silvana Vladimirova, analista da PlayersTime, o aumento de Portugal se deve a um aumento de 43% no número de trabalhadores estrangeiros remotos.
No entanto, o relatório emite um aviso crítico: esse crescimento está remodelando o mercado imobiliário e a dinâmica urbana, colocando o desafio de equilibrar a oportunidade econômica trazida pelos nômades com a acessibilidade habitacional para os residentes locais.








