“As receitas aumentaram 1,3% em comparação com o mesmo período do ano passado, impulsionadas por um aumento de 5,0% no segmento de consumo, impulsionado pelo crescimento da energia, que compensou parcialmente os obstáculos do ARPU [receita média por usuário] em um mercado intensamente competitivo”, afirmou Meo.
Eles também foram impulsionados pelo “crescimento de 3,5% nas receitas do segmento de Serviços Empresariais, excluindo o desempenho da Altice Labs e a perda progressiva da MVNO [operadora de rede virtual móvel]”, acrescentou a empresa liderada por Ana Figueiredo.
O resultado antes de impostos, juros, depreciação e amortização (EBITDA) foi de €947 milhões, refletindo uma queda de 4,8% em relação ao ano anterior.
A Meo acrescenta que, “excluindo os resultados da Altice Labs e a perda progressiva do MVNO, o EBITDA diminuiu 1,2%, penalizado pelo impacto na receita da pressão sentida no ARPU das telecomunicações e pelo aumento dos custos decorrentes da inflação”.
Em relação ao investimento, este “atingiu 403 milhões de euros, refletindo o compromisso contínuo da MEO com a expansão e modernização de suas redes e infraestrutura, garantindo níveis de excelência e segurança no serviço prestado a clientes residenciais e empresariais”.
Em dezembro, a MEO tinha 6,7 milhões de casas cobertas por fibra ótica e “a cobertura populacional da rede móvel atingiu níveis elevados, de 99,98% na rede 4G e 97,22% na tecnologia 5G”, afirma a empresa.








