O Governo aprovou um decreto-lei que reestruturará o Instituto de Mobilidade e Transporte (IMT) e estabelecerá uma unidade especializada, que “monitorará as concessões ferroviárias, rodoviárias, marítimas e aeroportuárias”, incluindo o futuro Novo Aeroporto de Lisboa, informa a Publituris.
O Decreto-Lei, aprovado pelo Conselho de Ministros, visa reforçar a capacidade de resposta do IMT, e a nova unidade especializada também supervisionará a infraestrutura de cabos de comunicações submarinos, bem como a “simplificação administrativa, digitalização de serviços e reforço da sua representação na Loja do Cidadão”.
A decisão foi anunciada pelo ministro da Presidência, António Leitão Amaro, em conferência de imprensa após a reunião do Conselho de Ministros.
Reformas de segurança e supervisão ferroviária
A reestruturação do IMT também incluirá a transferência de competências de segurança ferroviária para a Autoridade de Mobilidade e Transporte (AMT), ao mesmo tempo em que “fortalecerá o modelo de governança e as equipes técnicas e de inspeção, aumentando a capacidade do IMT de responder aos desafios atuais e futuros do
setor”, disseram autoridades.“Ela se beneficiará do fortalecimento de sua capacidade, sua reorganização e reestruturação”, bem como de “um foco crescente no serviço ao usuário”, disse o funcionário.
Reformas anteriores
Em janeiro, o governo iniciou mudanças nas responsabilidades do IMT, com o instituto administrando e licenciando sistemas de metrô, trens e funiculares, informa a ECO News. Um mês depois, em fevereiro, o Ministério da Infraestrutura e Habitação explicou que um dos principais objetivos da reorganização seria o “aprimoramento e capacitação dos recursos humanos, com a criação de uma carreira de inspeção e supervisão, há muito exigida pelos trabalhadores que desempenham essas funções, mas estão integrados à carreira geral de técnico superior”.









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