Segundo o ECO, a compra foi contratada através da NATO Support Procurement Agency(NSPA), com um orçamento aprovado superior a 3,6 milhões de euros, financiado pela Lei de Programação Militar.
"Considerando que, para que o Exército cumpra as suas missões e participe nos compromissos internacionais do Estado, é essencial reforçar a capacidade de ciberdefesa tática 'CD-DEPLOY', sendo, para o efeito, fundamental assegurar os 2 (dois) abrigos equipados com comunicações, para posterior colocação em viaturas; justifica-se proceder à reprogramação da despesa autorizada e autorizar a realização de despesas adicionais", lê-se no despacho datado de 20 de novembro e publicado a 27 de novembro, citado pelo ECO.
Assim, o Ministério da Defesa aprovou "uma despesa adicional de 3.640.937,66 euros, acrescida de Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) à taxa legal em vigor, para reforço do Contrato de Venda (CC) n.º PRT - 76, relativo à aquisição de dois abrigos de comunicações".






