De acordo com os dados do idealista para o verão de 2025, no Funchal, representava apenas 1% do stock local, em Lisboa, 2%, em Faro, 3%, e no Porto, 5%. Note-se que no verão de 2020, a habitação acessível representava mais de 25% do parque no Funchal e no Porto, e mais de 10% em Lisboa e Faro.
Embora a quebra na oferta de habitação a preços mais baixos tenha sido generalizada entre as capitais de distrito/regiões autónomas (com exceção de Vila Real), várias cidades do interior apresentam ainda uma oferta significativa. Na Guarda, Portalegre, Castelo Branco, Beja e Bragança, as casas à venda até 200 mil euros representam mais de metade dos respectivos stocks municipais, segundo os mesmos dados.
Casas à venda acima de 500.000 euros
Estes imóveis residenciais representam mais de metade da oferta local no Funchal (66%), Faro (63%) e Lisboa (63%). No Porto, uma em cada três casas à venda custa mais de meio milhão de euros. E onde antes a oferta de casas premium era escassa, agora é mais representativa. Aveiro é exemplo disso, passando de uma oferta de 4,4% no verão de 2020 para cerca de 25% no verão de 2025.
Apesar dos aumentos acentuados da oferta nos últimos cinco anos nas principais cidades do interior do país, a quota de casas acima dos 500 mil euros mantém-se abaixo dos 10% em Beja, Portalegre, Bragança, Guarda e Castelo Branco, segundo os mesmos dados.







