No total, 1.000 participantes da região, Zamora e Ourense, serão inquiridos para construir um observatório da longevidade e produzir, a partir dos dados, recomendações preventivas antes do aparecimento de problemas de saúde.

Coordenado em Portugal pelo Instituto Politécnico de Bragança, o estudo de dois anos começa em 2026, com os parceiros espanhóis Salamanca e Vigo, analisando as condições de vida, a atividade, a alimentação e a saúde mental para explicar por que razão os idosos da região vivem mais tempo - em média, mais 22 anos - do que o número nacional.