A equipa utilizou métodos experimentais e computacionais para avaliar o desempenho sob tensão. Os cientistas acreditam que o conceito pode levar a navios que permaneçam à tona sem lastro extenso ou compartimentação interna.

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O projeto utiliza um fluido não-newtoniano combinado com estruturas de engenharia para ajudar a manter a flutuabilidade mesmo quando quebrado. Os primeiros testes e simulações indicam que a abordagem pode melhorar a estabilidade e a capacidade de sobrevivência em comparação com cascos convencionais.