O diretor-executivo da Alphabet (empresa mãe do Google), Sundar Pichai, comunicou esta decisão que reveste cerca de 6% de todos os trabalhadores na empresa e justifica com a pandemia. Durante a pandemia os serviços digitais foram muito requisitados. "Contratámos para uma realidade económica diferente da que temos hoje".


Segundo a CNN Portugal, o responsável informa que todos os trabalhadores dispensados terão direito a uma indemnização de 16 semanas mais duas semanas por cada ano na Google, sendo que o mecanismo de concessão de ações aos funcionários também vai ser acelerado. Vão ainda ser pagos todos os bónus e os respetivos subsídios de férias que transitavam de 2022.


Além disso, "vamos oferecer seis meses de cuidados de saúde, serviços laborais e apoio de imigração para os afetados", refere.