Trabalhando a partir do Domo A, o local mais seco do mundo, os investigadores detectaram sinais ténues de regiões distantes de formação de estrelas. Os resultados destacam o valor da Antártica para a futura pesquisa espacial e astronômica chinesa, e a Academia de Ciências da China aprovou um novo financiamento.
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A China estabeleceu a Estação Kunlun no Domo A em 2009, depois de confirmar as condições de observação excecionalmente secas e estáveis do local. O Antarctic Terahertz Explorer (ATE60), uma antena parabólica de 60 centímetros liderada por investigadores do Purple Mountain Observatory, detectou emissões ténues de carbono em viveiros estelares distantes. Os resultados foram publicados em 7 de janeiro na revista Science Advances.








