Segundo dados da PSP, esse número de recusas equivale a uma média de oito por dia e supera em muito as 692 feitas no mesmo período de 2025 (+288), “reforçando seu compromisso com a segurança das fronteiras nacionais e a luta contra a imigração ilegal”.

Em comunicado divulgado, a PSP diz que o controle de fronteiras “é uma prioridade operacional permanente”, enfatizando que, no decorrer das operações de controle de fronteira realizadas nos aeroportos nacionais, “os policiais designados para o controle de fronteiras procederam à análise e verificação de todos os passageiros sujeitos a controles, agindo de acordo com o Código de Fronteiras Schengen e outra legislação”.

A PSP explica que as recusas de entrada diziam respeito a pessoas que não reuniam as condições legais de entrada no espaço Schengen, nomeadamente devido à ausência ou invalidade da documentação, falta de meios de subsistência suficientes, ausência de visto válido quando exigido, ou existência de indicações no Sistema de Informação Schengen (SIS) ou noutras bases de dados internacionais.

Todas as ocorrências foram registadas, e as identificadas estão sujeitas a processos judiciais em coordenação com as autoridades judiciais e outras entidades responsáveis por esta matéria, acrescenta a PSP.