De acordo com o ranking Financial Times Executive Education 2025, a escola de negócios da Universidade do Portosubiu uma posição na categoria Open (43.º) e cinco pontos na categoria Custom (42.º), alcançando a sua melhor classificação de sempre nesta última.

Com estes resultados, a PBS destaca-se como a escola de negócios portuguesa que mais subiu na categoria Custom, um reconhecimento adicional da qualidade dos programas desenvolvidos em parceria com empresas e organizações.

Na categoria Open, a PBS reforçou a sua liderança, melhorando em cinco indicadores do "Participant Survey": Diversidade do Corpo Docente, Localização Internacional, Crescimento, Participantes Internacionais e Participantes Femininas. Foi a instituição mais bem classificada em Portugal no quesito "Acompanhamento" e obteve a melhor pontuação nacional em "Satisfação Geral" (9,66/10), ficando em 17º lugar a nível mundial. As semanas e parcerias internacionais também reforçaram a sua posição global em Escolas Parceiras (33º) e Localização Internacional (24º).

Em "Custom", a escola ficou entre as melhores em sete das nove categorias e registou a maior melhoria no parâmetro "Client Survey". Alcançou ainda o segundo lugar a nível nacional na "Satisfação Global", com uma pontuação de 7,92 - o segundo maior aumento em Portugal - e subiu para 29º lugar a nível mundial entre as Escolas Parceiras internacionais.

O "Inquérito às Escolas" confirma a continuação do progresso, com melhorias em cinco dos seis indicadores. Destaca-se a liderança nacional em "Participantes do sexo feminino", refletindo o forte compromisso da PBS com a inclusão, evidenciado por mais de 1,2 milhões de euros em bolsas de estudo em 2024, 43% atribuídas exclusivamente a mulheres.

O Dean José Esteves destaca estes resultados como prova da crescente reputação internacional da Porto Business School pela excelência na educação executiva. Observa que o aumento das classificações e o desempenho recorde no Custom refletem o foco da escola em programas relevantes e personalizados que abordam as necessidades reais do mercado, como a IA, a sustentabilidade e a transformação digital, promovendo simultaneamente o equilíbrio de género.