Segundo o mesmo órgão de comunicação social, estas compras "expressas" de casa podem dever-se à isenção de IMT e à garantia pública para os jovens.
O Marketplace, um estudo realizado pelo idealista, revela ainda que 25% das casas anunciadas no mercado estavam disponíveis entre uma semana e um mês. 19% estavam disponíveis entre um e três meses; 30% entre três meses e um ano; e 7% estavam no mercado há mais de um ano. O tempo de permanência das casas no mercado é explicado pela sua localização, caraterísticas e preço.
Cidades onde as casas se vendem mais depressa
Analisando as vendas rápidas por grande cidade, ou seja, os imóveis residenciais que são vendidos em menos de uma semana, tendo em conta o tempo de permanência dos imóveis no mercado, Évora apresenta a percentagem mais elevada, com 29% das casas a saírem do mercado neste período.
Évora é a cidade portuguesa onde mais casas são vendidas em menos de uma semana, com 29% das casas a serem vendidas nesse período. Segue-se Santarém, com 17% das casas vendidas em menos de uma semana, e Castelo Branco (12%). Funchal, Braga e Leiria registam 10% de casas vendidas em menos de uma semana. Quanto a Ponta Delgada e Viseu, 9% das casas são vendidas em menos de uma semana.
Faro é o distrito com menos casas vendidas em menos de uma semana, com 1% das vendas em menos de uma semana.
Em termos de distritos
Em termos de distritos, Castelo Branco foi o que mais casas vendeu em menos de uma semana em junho, totalizando 25% destas vendas.
O ranking é seguido por Évora, com 11%, e Santarém, que regista a mesma percentagem. No Porto e na ilha da Madeira, 10% das casas são vendidas em menos de uma semana. Seguem-se os distritos de Viana do Castelo, Setúbal e a ilha de São Miguel, com nove por cento das casas vendidas em menos de uma semana. Leiria, Lisboa, Coimbra e Aveiro seguem-se com oito por cento.
Viseu é o distrito com menos casas vendidas em menos de uma semana, registando apenas seis por cento.







