Esta posição de destaque é atribuída ao facto de Portugal ter uma prevalência notavelmente baixa de apenas 1% de vaporizadores adultos e um imposto especial de consumo substancial de 50% sobre os produtos vaporizadores.
O Índice de Redução do Consumo de Vaping, que analisou 55 países com base no rigor regulamentar, nas medidas fiscais e no interesse público em deixar de fumar, classificou a Austrália em primeiro lugar, enquanto a França, a Irlanda e os EUA foram os menos eficazes na redução do consumo.
O índice visa destacar as nações que dão prioridade à saúde pública, à medida que aumentam as provas relativas às substâncias tóxicas presentes nos cigarros electrónicos, que a Organização Mundial de Saúde associa ao cancro e a doenças cardíacas.
Steven Spicer, Diretor-Geral de Saúde da Compare the Market, elogiou países como Portugal por terem implementado regulamentos e impostos rigorosos para mitigar os riscos emergentes para a saúde a longo prazo.
Ao investirem agora em proibições e na educação, estas nações líderes são vistas como assegurando um futuro mais saudável para as suas populações, num contexto de aumento global do consumo de cigarros electrónicos.






