As autoridades associaram as catástrofes à degradação ambiental, incluindo a limpeza insustentável das florestas e a desflorestação, que agravaram o impacto das chuvas fortes e das inundações.
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As licenças revogadas incluem 22 licenças florestais que cobrem cerca de 1 milhão de hectares e licenças para operações de mineração, plantação e hidroeléctricas. A decisão foi tomada na sequência de uma auditoria efectuada por uma task force governamental após as cheias e deslizamentos de terras provocados pelo ciclone Senyar, que mataram centenas de pessoas e desalojaram milhares em Aceh, Sumatra do Norte e Sumatra Ocidental.
Os ambientalistas alertam para o facto de a revogação das licenças dever ser acompanhada de medidas de recuperação e de aplicação da lei para evitar futuras degradações.








