Em maio, o jornal «The Portugal News» noticiou que seis escolas de gestão portuguesas foram classificadas no Ranking de Formação Executiva 2026 do «Financial Times», que incluiu 90 escolas na categoria de Programas Abertos e 100 na categoria de Programas Personalizados.
Em ambos os rankings do Financial Times, respetivamente o de Mestrados em Finanças e o de Formação Executiva, a Nova School of Business and Economics ficou em 8.º lugar a nível mundial.
Ranking exclusivo
As outras cinco escolas de gestão portuguesas, que se destacaram a nível global por oferecerem os melhores programas de Mestrado em Finanças, foram a Católica Lisbon School of Business and Economics, no 19.º lugar, a Lisbon School of Economics and Management, no 33.º, a Universidade do Porto, no 43.º, a ISCTE Business School no 47.º e a Católica Porto Business School no 54.º.
A ESCP Business School e a Skema Business School, ambas localizadas em França, garantiram os dois primeiros lugares do ranking, com a Escola de Economia e Gestão da Universidade de Tsinghua, na China, a ocupar o terceiro lugar entre os melhores programas de mestrado em Finanças do mundo.
Em destaque
O ranking foi elaborado com base em indicadores de desempenho, tais como oportunidades de carreira internacional, evolução salarial e relação qualidade-preço. Entre as escolas de gestão portuguesas incluídas no ranking, a Escola de Economia e Gestão de Lisboa apresentou a maior evolução salarial, com uma média de 70 por cento, de acordo com a ECO News.
Os salários dos licenciados da Escola Católica de Economia e Gestão de Lisboa aumentaram mais de 50% no espaço de três anos, e a Universidade do Porto ficou em primeiro lugar em Portugal e em sétimo a nível mundial em termos de relação qualidade-preço pelo segundo ano consecutivo, de acordo com a ECO News. Apoiada por indicadores de empregabilidade mais sólidos, a Católica Porto Business School registou a maior melhoria, subindo nove lugares em relação ao ano passado.
Padrões globais
O ranking do Financial Times baseia-se em dois inquéritos: um enviado às escolas de gestão e outro aos antigos alunos. As escolas têm de cumprir critérios de qualidade, incluindo acreditações internacionais, e os inquéritos incluem indicadores como a progressão na carreira, a remuneração, a sustentabilidade ambiental e a diversidade, relata a ECO News.









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