De acordo com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CDDR), o apoio, concedido ao abrigo de um requerimento apresentado pela Unidade Local de Saúde do Algarve (ULS), vai “fortalecer” os cuidados de saúde, “especialmente na área da oncologia”, melhorando “a prevenção, o diagnóstico precoce, o tratamento especializado e a monitorização de pacientes oncológicos” na região.
Isso representa um “investimento total de €17 milhões, dos quais €10,23 milhões correspondem ao apoio de fundos europeus”, e a “execução do projeto” está prevista para o primeiro semestre de 2027, estimou a CCDR.
“O projeto baseia-se numa estratégia de valorização da infraestrutura existente dentro do Serviço Nacional de Saúde (SNS), complementada pela construção de novas instalações de saúde, nomeadamente o Centro Regional Integrado de Oncologia do Sul, a ser localizado em Loulé”, esclareceu.
A comissão regional do Algarve destacou a importância da “sinergia criada pela ULS Algarve e pelo município de Loulé” na habilitação e fornecimento de terrenos para a construção de um “edifício específico”.
O município também alocará €1,4 milhão para a ULS como uma “contribuição nacional para o aplicativo”, acrescentou.
“A implementação deste investimento garantirá uma resposta abrangente aos usuários da região do Algarve, atuando de forma coordenada em três áreas fundamentais para uma resposta adequada no campo da oncologia: Prevenção e Diagnóstico Precoce, Tratamento Específico e Cuidados para Pacientes com Câncer”, afirmou a CCDR.
O projeto também fortalecerá e modernizará os centros cirúrgicos nos três hospitais da região (Faro, Portimão e Lagos) através da “aquisição de equipamentos avançados de cirurgia endoscópica, microscopia cirúrgica, torres de vídeo”, entre outros, de acordo com a CCDR.
“Reconhecendo a crescente importância da Pneumologia Oncológica, ela também prevê o fortalecimento da capacidade diagnóstica e terapêutica com toracoscopia videoassistida (VATS) e equipamentos funcionais de diagnóstico respiratório”, acrescentou.
A comissão regional enfatizou a importância deste projeto para garantir que pacientes com câncer tenham acesso a “tratamentos modernos e eficazes sem a necessidade de viagens longas para outras regiões” do país.







