Uma auditoria realizada em 2024 pela Inspeção Geral de Finanças (IGF) constatou que 60% dos inquilinos em Portugal não têm um contrato de arrendamento registrado. Organizações como a OCDE também relatam que apenas 12% das famílias em Portugal vivem em moradias alugadas, indicando a alta prevalência de
aluguéis informais.“Estamos falando de uma evasão fiscal generalizada. Os inquilinos não conseguem deduzir o aluguel para fins de imposto de renda e usufruir dos benefícios fiscais a que têm direito”, afirma o presidente da Associação de Inquilinos de Lisboa (AIL), Pedro Ventura, citado pelo ECO, que sugere a criação de uma “autoridade supervisora ou reguladora” para monitorar o setor, bem como de uma “
plataforma” para registrar contratos de aluguel.








