O ministro adiantou que a pendência será resolvida em 2026, durante o debate na especialidade do Orçamento do Estado para 2026. A resolução destes atrasos resultará num total de 85 milhões de euros de receita para a AIMA em 2026.

Por razões morais, o Governo optou por dar prioridade aos imigrantes com maiores dificuldades financeiras e, consequentemente, mais vulneráveis, no caso dos imigrantes que manifestaram interesse. De seguida, revelou o ministro, foram abordados os casos de cidadãos de países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Também na lista de prioridades estão os cidadãos que não podem visitar as suas famílias porque os seus processos estão pendentes devido a cartões de visto expirados.

"Só depois de tratarmos de todos estes é que deixaremos os mais ricos para o fim da fila", frisou, sublinhando que "no próximo ano uma grande parte das autorizações de residência para atividade de investimento (vistos dourados) será resolvida e pagará esse valor em taxas", conforme citado pelo 24 Notícias.

O ministro disse que 93% das pendências relacionadas com a regularização de imigrantes no país estão resolvidas, argumentando que "nunca Portugal viu o Estado, num período tão curto, resolver uma carga de dependências desta dimensão e com esta rapidez".

O ministro sublinhou ainda que 93% das pendências relacionadas com a regularização de imigrantes em Portugal estão resolvidas, o que considera "uma grande operação de regularização, que significa também segurança porque controlamos 500 mil registos criminais, pessoas de quem foram recolhidos dados biométricos, que sabemos quem são, onde estão e o que fazem".