A sexta digressão desta produção multidisciplinar conta com música ao vivo de Surma e desenho digital em tempo real de Nuno Viegas. Tem como objetivo sensibilizar para os comportamentos que podem provocar incêndios em zonas rurais.

Estreado em 2020, "Debaixo da Terra" regressa com um novo elenco e volta ao palco, com 14 espectáculos programados ao longo de três semanas, procurando "a descentralização da cultura e o contacto direto com as comunidades", como explica a Leirena em comunicado.

Frédéric da Cruz Pires dirige "Debaixo da Terra", que a Leirena co-produziu com a AGIF - Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais, no âmbito do projeto "Portugal Chama - Não Brinque com o Fogo".

A narrativa utiliza o humor, o absurdo e a crítica social para retratar uma aldeia fictícia dividida em três capítulos. Apesar do perigo, a irresponsabilidade e a ignorância permanecem, como descreve o Leirena Teatro.

A nova digressão terá início em Castro Daire, estando a segunda apresentação agendada para quinta-feira, em Carregal do Sal, ambas localizadas no distrito de Viseu.

A 20 de abril, "Debaixo da Terra" será apresentado em Gouveia, no distrito da Guarda, e a 21 de abril, regressa ao distrito de Viseu para uma atuação em Santa Comba Dão.

Leirena leva depois o espetáculo à Guarda, a 22 de abril, viajando depois para Castelo Branco, a 23 de abril, e Ansião, no distrito de Leiria, a 24 de abril.

No distrito de Aveiro, "Debaixo da Terra" será encenado a 27 de abril em Oliveira do Bairro e a 28 de abril em Anadia.

A digressão estende-se a Seia, no distrito da Guarda, no dia 30, e a Castelo de Vide, no distrito de Portalegre, no dia 4 de maio. Ainda em maio, a peça será apresentada no distrito de Santarém, em Abrantes, no dia 5, e em Mação, no dia 6, antes de terminar a digressão no dia 7, em Coimbra.