De acordo com o Correio da Manhã, Paula Freitas aponta para um co-pagamento de “entre 30% e 40%” e “especialmente para os medicamentos Wegovi e Mounjaro, cujos ingredientes ativos são semaglutida e tirzepatida”.
“O Ozempic é muito conhecido, mas a dosagem de 1 miligrama é muito baixa para obesidade e é destinada ao tratamento do diabetes”, acrescentou.
No início desta semana, a ministra da Saúde, Ana Paula Martins, revelou que o Infarmed está analisando o copagamento desses medicamentos seguindo uma recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) para expandir o uso desses medicamentos e torná-los acessíveis universal e financeiramente.








