“Já recuperamos 100% dos nossos clientes, restando apenas algumas situações específicas que serão resolvidas muito em breve, mas acho que o pior já passou”, disse Miguel Stilwell d'Andrade, em teleconferência com analistas como parte da apresentação dos resultados de 2025.

O gestor lembrou que Portugal foi atingido por “uma série de tempestades devastadoras” que começaram no final de janeiro e se estenderam até fevereiro, com ventos superiores a 200 quilômetros por hora, causando “danos físicos sem precedentes à infraestrutura do país”, incluindo redes elétricas e ativos da empresa.

A tempestade afetou aproximadamente 6.000 quilômetros de rede e danificou cerca de 5.800 torres, com cerca de 2.400 pessoas mobilizadas no solo, incluindo equipes da Espanha, Brasil, França e Irlanda.

O gerente enfatizou que a resposta foi “imediata”, com apoio “muito coordenado e em grande escala” de equipes internas e externas. “Tivemos pessoas vindas da Espanha, Brasil, França e Irlanda”, disse ele, agradecendo às equipes das redes e usinas hidrelétricas, que “trabalharam sem parar para limitar os danos causados pela tempestade e restaurar a energia para nossos

clientes”.