A GNR afirmou que a apreensão ocorreu na última quinta-feira durante uma operação para monitorar a movimentação de mercadorias dentro do país, visando especificamente as encomendas transportadas por empresas de distribuição.
Algarve — Apreensão de mais de 1 400 artigos contrafeitos em encomendas
— GNR - Guarda Nacional Republicana (@GNRepublicana) 13 de julho de 2026 Durante a inspeção,
Apreendemos no dia 10 de julho de 2026, 1 451 artigos de vestuário e acessórios contrafeitos, nos concelhos de Faro e Portimão. https://t.co/3rrC6txV9N pic.twitter.com/xzkdBernBQ
vários itens “mostrando sinais de falsificação” foram detectados e cinco relatórios oficiais foram apresentados sobre “suspeitas de atos ilícitos” de acordo com o Código de Propriedade
Industrial.A operação resultou na apreensão de mais de 1.400 itens falsificados, especificamente 999 camisetas esportivas, 437 pares de óculos, quatro camisetas, dois pares de tênis, cinco pares de calças de treino e quatro chapéus.
A GNR estimou o valor comercial dos itens apreendidos em aproximadamente €14.125.
A força de segurança descreveu a operação como parte de seus esforços para combater a falsificação, observando que a Copa do Mundo de Futebol de 2026 está em andamento — um período em que a demanda por camisetas e outros itens associados a clubes e seleções nacionais aumenta.
De acordo com a GNR, a compra desses itens prejudica os detentores de direitos de propriedade industrial, os consumidores, os operadores comerciais legítimos e a economia formal, ao mesmo tempo que alimenta redes de fraude e evasão fiscal.
A força de segurança alerta que crimes de propriedade industrial podem servir como fonte de financiamento para formas mais graves de crime, instando os consumidores a priorizar os canais legais de vendas e rejeitar produtos falsificados.









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