"No que respeita a Gaza, Portugal pode disponibilizar-se, sempre como observador, para estar presente em momentos que permitam a consolidação do processo de paz ou de reconstrução", indicou fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) em declarações à Lusa a propósito da primeira reunião do órgão criado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump.

Portugal recebeu um convite da Casa Branca para integrar o Conselho de Paz, com o chefe da diplomacia portuguesa a admitir integrar este órgão desde que se circunscreva ao conflito israelo-palestiniano.