Dessa forma, as empresas pretendem garantir a profundidade necessária para que os navios de cruzeiro operem com segurança, anunciou a administração.

O trabalho começou em 1 de março, e a empresa disse em um comunicado em 3 de março que a dragagem “beneficiará a capacidade operacional do porto de Portimão, fornecendo à infraestrutura profundidades de cerca de -8m ZH [Zero Hidrográfico]”.

A administração dos Portos de Sines e do Algarve disse que a dragagem realizará “manutenção no canal de acesso e bacia de giro”, garantindo que as embarcações tenham pelo menos uma profundidade de oito metros a partir da altura mínima registrada na maré baixa.

“Sob a responsabilidade da APS — Administração dos Portos de Sines e do Algarve, SA, esta intervenção visa melhorar a eficiência operacional da infraestrutura, garantindo as condições de segurança necessárias para o acesso e operação dos navios de cruzeiro que fazem escala no porto de Portimão”, explicou a empresa.

Com esta intervenção, a empresa dá um passo no sentido de “implementar a Estratégia Ports 5+, que prevê um crescimento no segmento de cruzeiros de cerca de 30%”, e demonstra o seu “compromisso” com o desenvolvimento do porto de Portimão, uma infraestrutura que considera ser “fundamental para impulsionar e promover a região do Algarve”.

O Algarve tem “potencial” para “tráfego mediterrâneo” no setor de cruzeiros, e o porto de Portimão teve um “excelente desempenho” em 2025, destacou a administração portuária.

Entre janeiro e dezembro de 2025, o porto de Portimão registou um total de 56 escalas portuárias e 23.996 passageiros, números que representam um crescimento de 40% e 70%, respectivamente, em relação ao ano anterior, de acordo com a administração dos Portos de Sines e do Algarve.